Cariri,

sexta-feira, 7 de março de 2014

Obras inacabadas, desperdício de dinheiro público.

Imagem da Internet

Por: Rondinelly Mota

Para onde iremos com tantos investimentos e gastos desnecessários?


Sete Anos depois do anúncio da escolha do Brasil para sediar a Copa de 2014 o governo ainda não conseguiu concluir as obras que fazem parte dos planos de melhorias que beneficiariam o evento. Estádios ainda estão por finalizar, bem como a maioria das obras de infraestrutura, como os corredores de acesso as arenas.
Mas não é a incompetência pelos atrasos para cumprimento de prazos de entrega das obras que chamam atenção, o que mais fica em evidencia é o descaso, a falta de comprometimento com o povo, já que as promessas de melhorar os sistemas essenciais básicos para a população não foram postas como prioridades, além do mais, políticas de desapropriação, remoções e despejos transparecem a política segregacionista, tratando principalmente o povo pobre desumanamente, ferindo inclusive direitos constitucionais como o de moradia.

Em Fortaleza uma das obras prioritárias do projeto #Copa, que segundo a Infraero ficaria pronto em dezembro não ficará pronta a tempo, haja vista que a três meses do evento apenas 30% está concluído, no entanto, ministro e demais organizadores pensam numa solução, essa que até então custará ao nosso bolso cerca de R$ 3,5 Milhões para a construção de um terminal remoto, temporário ou seja, teremos que ver mais gastos extras, juntando ao montante da primeira fase de ampliação do aeroporto internacional Pinto Martins que por ventura custará quase R$ 315 Milhões, enquanto o fortalezense sofre com falta de saneamento, moradia e com o sucateamento dos equipamentos de essenciais básicos.

Ainda falando sobre o caso #Aeroporto funcionários denunciam que o "Finger" Numero 6 está com defeito "a um tempão" e segundo eles já está atrapalhando os próprios funcionários de desenvolverem seus serviços, principalmente no desembarcamento de bagagem, no entanto a demora no conserto do equipamento é o que vem deixando evidente o total descontrole na administração do mesmo.

Outro ponto levantando e que já está sendo estudado, muda totalmente a ideia inicial da construção de um "puxadinho" (aquele de R$ 3,5 Milhões), transportando o problema para o antigo aeroporto que hoje funciona para empresas de táxi aéreo. Cogitando-se a reutilização do terminal durante a copa, o mesmo deverá receber investimentos de urgência, já que ele não fazia parte dos planos, mas sobretudo teremos novamente aplicações financeiras a um equipamento praticamente desativado e que no pós-copa deverá ser novamente esquecido.

Então, Para onde iremos com tantos investimentos e gastos desnecessários?
Fica a Pergunta já que no total o evento futebolístico já está custando aos cofres Públicos cerca de R$ 27 BILHÕES, e que, detalhe "#NãoVaiTerCopa".

Imagem Ilustrativa é de um "Finger" (Equipamento que liga o terminal ao avião para embarque e desembarque, principalmente).

Fonte: Cariri web noticias
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