Saiba como foi o movimento grevista na capital cearense nos dias 17, 18 e 19 de março.
Por: rondinelly Mota
Na capital cearense Fortaleza, professores, estudantes e apoiadores do, "Ato em Defesa da Educação Pública do Estado do Ceará", se reuniram em frente ao Palácio da Abolição e logo após saíram em passeata pelas ruas da capital, passando pelo principal pólo turístico, a Avenida Beira Mar onde o transito ficou complemente parado e depois retornaram ao ponto inicial. Debateram sobre uma possível greve, no entanto foram formadas comissões "Sazonais" por Regionais, respectivamente.
Os professores exigem que o governador Cid Gomes receba uma comissão para negociação, entretanto, sem a presença da APEOC (Associação dos Professores em Estabelecimentos Oficiais do Ceará), que em 2011 pôs fim a greve após uma negociação com o governo, que por sua vez, não cumpriu as reivindicações como: equiparação entre professores substitutos e temporários, vale alimentação, repasse do FUNDEB, ampliação definitiva, etc.
Durante a concentração membros da APEOC sem muito sucesso, fizeram discurso, por outro lado, professores e alunos por se sentirem lesados e não representados pelo sindicato da categoria, reuniram-se e decidiram por unanimidade saírem as ruas, ato repudiado pelo sindicato, que preferia ficar inerte a manhã inteira ao lado de contêineres de lixo. Além disso, na volta, houve um pequeno tumulto quando um membro da APEOC exaltado, falou mal de algumas pessoas que apoiavam a manifestação e em uma de suas afirmações, disse que eram todos financiados, mas não citou por quem.
Enfim, o ato seguiu seu trajeto tranqüilo e logo depois das reuniões e definições das bases sazonais, todos se dispersaram. Agora, Uma nova assembléia está marcada para o dia 8 de abril e nessa data será definida se a categoria decretará ou não uma Greve Geral.
Fonte: Cariri web noticias
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