John Ford: Uma lenda do cinema Por- Elvis Pinheiro
Repletos de contraste em claro e escuro, em luz e sombra
Está acontecendo desde o dia 06
de fevereiro de 2013 e vai até 15 de maio, na unidade do SESC de Juazeiro do
Norte, a mostra JOHN FORD: UMA LENDA DO CINEMA.
Composta de 11 títulos que
cobrem a produção do diretor norte-americano dos anos 30 até o início dos anos
60, ela é uma mostra representativa de um artista criador de exatos 143 títulos
entre curtas, médias e longa-metragens de ficção e documentário.
Este homem
acompanhou a evolução de uma arte, de uma tecnologia, do seu estabelecimento
como indústria do entretenimento e ajudou a consolidar as bases de uma
linguagem cinematográfica moderna.
John Ford dizia-se apenas um
diretor de Westerns, gênero caracterizado por aquelas histórias que se passam
no Oeste dos EUA. Dentre os principais filmes deste modelo, serão exibidos “No
tempo das diligências” (39), “Domínio de bárbaros” (47), “Rastros de Ódio” (56)
e “O homem que matou o facínora” de 1962. Clássicos irretocáveis, sem dúvida,
mas que são apenas uma parte de sua versatilidade enquanto diretor. Ele também
dirigiu cinebiografias, adaptação de obras literárias de forte denúncia social
como em “Vinhas da Ira” (40), filmes de guerra, e até comédia de aventura.
O diretor John Ford, com seus
filmes, repletos de contraste em claro e escuro, em luz e sombra, apresentou-nos
mulheres fortes e determinadas, o negro em destaque e o índio podendo ser o
inimigo, mas possuindo razões para sê-lo.
Deste modo, ajudou a contar a
história dos EUA, a partir do homem comum. Revelou com sutileza e inteligência
as bases dessa formação e firmou uma das frases mais célebres do Cinema: “Se a
lenda é mais interessante do que o fato, publique-se a lenda”.
Fonte: Cariri Web Noticias
Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar créditos à Cariri web noticias
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